A experiĆŖncia foi desastrosa. ComeƧou com o problema para entrar no hotel. NĆ£o foi reconhecido a minha identidade facial. Falei com a portaria, e depois de algum tempo, consegui convencĆŖ-lo e entrei. Na outra porta que dĆ” acesso, o mesmo problema. Só entrei porque um casal quebrou meu galho e permitiu que eu entrasse. AtĆ© aĆ, um stress gerenciĆ”vel. Deixei as malas no hotel, e fui comer algo no bairro Batel. Na volta, a identidade facial nĆ£o funcionou novamente. Desta vez, outra garota, e depois seu supervisor, me disseram que os quatro nĆŗmeros do meu celular, nĆ£o era o que eles tinham no registro deles. A partir deste momento, disseram que nada podiam fazer, e que eu tinha que entrar em contato com o responsĆ”vel pela reserva. Fiquei completamente perdido, nĆ£o sabia se tinha que conversar com o hoteis.com, com o Yogha, ou sei lĆ” quem mais. Fiquei 30 minutos. Implorei para entrar e nada. No final, um casal viu a nossa condição e nos permitiu entrar. Uma experiĆŖncia lamentĆ”vel e que me fez sentir um transgressor. Por Ćŗltimo, mas nĆ£o menos importante, a postura dos que me atenderam foi de uma insensibilidade absurda. Era como se eu estivesse pedindo um favor, por algo que paguei. Esta portaria remota nĆ£o tem a menor noção do que Ć© atender um cliente. NĆ£o voltarei a alugar este local e no que depender de mim, vou divulgar esta experiĆŖncia insana para todos que puder para evitar este desgaste kafkaniano.